Registros

domingo, 14 de setembro de 2014

percepções aguçadas de sinceridade
habilidade próxima do cozinheiro

desejo limpo separado de vontades vazias
feijões separados de grãos ruins


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

agora o tempo é meu

e você volta.
seus olhos abrem, mas a princípio nada se vê. lentamente a paisagem ganha forma. o ar entra, o peito bate e a mente funciona. muita coisa em tão pouco tempo. e agora o tempo é meu. e talvez a compreensão seja limitada. mas não importa. agora o tempo é meu.

não dou meu tempo para ninguém. ele esteve nas mãos de muitos, que desperdiçaram.
não dou meu tempo para ninguém, ele vale muito e sob meu poder, desfruto de mim mesmo.
não dou meu tempo para ninguém, ele me pertence agora.

vou mostrar meu corpo no ar, colori-lo com as cores do vento e dar a mão ao Tempo.